quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Rolezinho CUFA, RAPensando - A Rua ensina

No dia 26 de agosto o RAP voltou ao palco do Cine Teatro Mussi.

O #RolezinhoCUFA foi comandado por Zinho Beats, e o Mestre de Cerimônias
Vinicius Billy. O evento contou com os shows do PNM (Por Nós Mesmo), 
Uda Gang, Ascensão Rap, MC Elipê e Vril Rap. 

João Vejam, Diego Diant (Grafiteiros que estavam participando do projeto trilhando Cores) estiveram lá pra prestigiar o evento, junto do Wagner Wagz que não se conteve ao ser convidado a abrir uma roda de Break com Marquinhos (integrante do PNM).












RAPensando - A Rua ensina na Maratona de Contos do Sesc

A CUFA fez parte da Maratona de Contos do Sesc, que percorreu as escolas Ana Gondin (dia 21), Comendador Rocha (dia 23), Saul Ulysséa (dia 24) e Renato Ramos (dia 25) de outubro, sendo duas apresentações em cada escola.

Foi apresentado o "RAPensando - A Rua Ensina", projeto que conta um pouco da origem do Hip Hop até sua chegada á Laguna ministrado por Vinícius Billy coordenador da CUFA Laguna.

Os alunos tiveram a oportunidade de conheceram poemas de Sérgio Vaz e sugerir temas para Marquinhos (integrante do PNM) fazer FreeStyle / Rap feito de improviso.

O RAP ficou por conta do grupo PNM (Por Nós Mesmo).

Nossa passagem por essas escolas foi marcado por muito Ritmo e Poesia, junto com Henrique Borges (Técnico de Cultura do Sesc), e Thiago Santhiago (grupo teatral Gent) com a contação de história dos Irmãos Grimm, conseguimos arrepiar os alunos das escolas.



















segunda-feira, 31 de agosto de 2015

NOTA DE FALECIMENTO


Perda irreparável do jovem Malcon Jonas do Nascimento Lima, de 17 anos, filho de Preto Zezé presidente nacional da CUFA.

A CUFA - Central Única das Favelas envia um abraço de solidariedade , nesta hora tão difícil Preto Zezé. estamos orando, para que Deus possa consolá-lo neste momento de dor.

"Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem apenas partem antes de nós".

terça-feira, 28 de julho de 2015

Trilhando Cores

Foi realizado no dia 27/07 mais uma intervenção do projeto Trilhando Cores, que esta fazendo a humanização e revitalização da travessa/beco Avaí na comunidade Portinho através da arte do Graffiti, que é um dos elementos da cultura.

30 jovens e adolescentes participaram da ação/oficina alguns são atendidos pelo Cras e outros são moradores da própria comunidade, que estão produzindo graffitis com poesias e frases que vão de Nelson Mandela à Sergio Vaz. 







Matéria UnisulTV
Objetivos do projeto:
Humanizar espaços públicos, através da arte milenar do Graffiti.
– Incentivar e aprimorar as capacidades artísticas de jovens de comunidades em vulnerabilidade social.
– Reduzir a ociosidade dos jovens nas comunidades em vulnerabilidade social, que é um dos maiores causadores, aliados ao desemprego, do envolvimento com o crime e as drogas.
– Valorização das expressões artísticas das comunidades e dos jovens que a produzem como elemento motivador da quebra de preconceitos em relação a estas comunidades e estes jovens.
– Motivar e viabilizar meios e formas destes jovens, através da Cultura Hip Hop e de seus elementos culturais, neste caso o Graffiti, proporcionando a inserção no mercado de trabalho, sem que necessitem sobreviver do aliciamento do crime organizado, do narcotráfico ou de favores da contravenção.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Projeto Trilhando Cores oficina de Graffiti

A CUFA em parceria com a secretaria de Assistência Social do município esta realizando oficina de Graffiti para jovens e adolescentes atendidos pelo Cras (Centro de Referência e Assistência Social), aberto também para moradores da comunidade Portinho.

A primeira oficina ocorreu no dia 20/07 e será realizada outra no dia 27/07, essa é a segunda edição da revitalização e humanização da Travessa (Beco) Avaí, através da arte do Graffiti.





Estamos contando com o apoio do artista plástico e grafiteiro Kadu SRPK nessa edição as intervenções artísticas também ficaram por conta da molecada que colocou a mão na tinta. 





Valorização das expressões artísticas das comunidades e dos jovens que a produzem como elemento motivador da quebra de preconceitos em relação a estas comunidades e estes jovens.