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terça-feira, 28 de julho de 2015

Trilhando Cores

Foi realizado no dia 27/07 mais uma intervenção do projeto Trilhando Cores, que esta fazendo a humanização e revitalização da travessa/beco Avaí na comunidade Portinho através da arte do Graffiti, que é um dos elementos da cultura.

30 jovens e adolescentes participaram da ação/oficina alguns são atendidos pelo Cras e outros são moradores da própria comunidade, que estão produzindo graffitis com poesias e frases que vão de Nelson Mandela à Sergio Vaz. 







Matéria UnisulTV
Objetivos do projeto:
Humanizar espaços públicos, através da arte milenar do Graffiti.
– Incentivar e aprimorar as capacidades artísticas de jovens de comunidades em vulnerabilidade social.
– Reduzir a ociosidade dos jovens nas comunidades em vulnerabilidade social, que é um dos maiores causadores, aliados ao desemprego, do envolvimento com o crime e as drogas.
– Valorização das expressões artísticas das comunidades e dos jovens que a produzem como elemento motivador da quebra de preconceitos em relação a estas comunidades e estes jovens.
– Motivar e viabilizar meios e formas destes jovens, através da Cultura Hip Hop e de seus elementos culturais, neste caso o Graffiti, proporcionando a inserção no mercado de trabalho, sem que necessitem sobreviver do aliciamento do crime organizado, do narcotráfico ou de favores da contravenção.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Projeto Trilhando Cores oficina de Graffiti

A CUFA em parceria com a secretaria de Assistência Social do município esta realizando oficina de Graffiti para jovens e adolescentes atendidos pelo Cras (Centro de Referência e Assistência Social), aberto também para moradores da comunidade Portinho.

A primeira oficina ocorreu no dia 20/07 e será realizada outra no dia 27/07, essa é a segunda edição da revitalização e humanização da Travessa (Beco) Avaí, através da arte do Graffiti.





Estamos contando com o apoio do artista plástico e grafiteiro Kadu SRPK nessa edição as intervenções artísticas também ficaram por conta da molecada que colocou a mão na tinta. 





Valorização das expressões artísticas das comunidades e dos jovens que a produzem como elemento motivador da quebra de preconceitos em relação a estas comunidades e estes jovens.