domingo, 2 de agosto de 2009

"Tiro no pé" Reforma do Estado e Cultura Política Respeite o Hip Hop


A crença dominante é a seguinte: para construir um país mais justo, com governos mais eficientes, com menos corrupção e violência, é preciso punir mais e com penas mais longas, o que, por sua vez, deve ser precedido pela promulgação de leis que ampliem os mecanismos de controle sobre a sociedade e o Estado. Quanto a este último, o senso comum diz que é necessário inibir desvios de conduta, impondo regras rígidas para que seus atos se tornem mais compatíveis com o respeito ao interesse público.

Em tese, soa perfeito. Na realidade, não é o que acontece. Tomemos o caso do Estado e da extensa e meticulosa legislação a que se submete o executivo, em todas as esferas –federal, estadual e municipal. Cada nova lei que visa impedir a transgressão provoca, paradoxalmente, a qualificação dos criminosos e a valorização do crime, tornando-o mais atraente. O interesse transgressor não cede ante a nova barreira, mas é levado a sofisticar seus procedimentos e refinar o preparo técnico de seus “operadores”. O cálculo de custo e benefício acaba compensando, porque, se o aumento do risco encarece o crime, o preço cobrado a quem contrata o serviço transgressor também se eleva, tornando o negócio mais lucrativo. Em suma, na medida em que se expande a malha de controle, cresce a disposição de transgredi-la e se aprimora a capacidade de fazê-lo. O tráfico internacional de drogas e o prosaico contrabando, o teatro das licitações e as leis sobre convênios são exemplos conhecidos.

Depois de ter passado os últimos dez anos atuando nas três esferas do executivo, posso dar o testemunho de que o que parece lógico e quase indiscutível, quando se vê de fora, é irracional e destrutivo, visto de dentro. É isso, mais do que as diferenças ideológicas, que explica o choque freqüente dos gestores públicos contra membros do Legislativo, sintonizados com o senso comum das ruas, mas ignorantes das armadilhas do controle normativo (e do aparato institucional que lhe dá suporte e conseqüência). E é por isso que quando as oposições chegam ao governo adotam as soluções que antes criticavam. Não é uma traição a princípios, mas a indispensável adaptação a uma realidade imperiosa, que castra sem piedade a criatividade e a eficiência, produzindo governos abúlicos sem que a corrupção seja sanada. Um exemplo: as diversas modalidades de terceirização. Em teoria, trata-se de um mau caminho. O melhor seria que o Estado funcionasse, valorizasse seus profissionais, garantisse condições adequadas de trabalho e gestão. Mas os governos retrocederiam ou fechariam as portas se tivessem de renunciar aos convênios que terceirizam, quando não privatizam.

Para falar francamente: governar é quase inviável. Ser eficiente, no governo, é inviável, salvo nas áreas em que a sobrevivência nacional abriu picadas para a oxigenação –a Fazenda, o Banco Central e alguns poucos setores, nas distintas esferas. O processo de democratização, gradualmente, com o propósito de prevenir o autoritarismo e de apagar a memória sombria de Leviatã, amarrou o Estado em uma camisa de força. Atire a primeira pedra quem assumir a responsabilidade de governar o país sem medidas provisórias, quem se comprometer a prover os serviços públicos sem recorrer a organizações sociais, Ocips, Ongs ou aos mediadores internacionais. Os críticos da terceirização e da privatização não conhecem a realidade --se assumirem o poder estarão condenados a repetir seus adversários.

A conseqüência desse argumento deve ser o fim de toda a regulamentação e de todo bloqueio normativo? Deve ser a capitulação e a entrega do Estado à voragem privatista? Deve ser o triunfo do laissez-faire, justamente quando o liberalismo anárquico naufraga, tragado pela crise mundial, gerada pela desregulamentação irresponsável? Não. Nada disso. É necessário, em nome da justiça e da democracia, defender o Estado e fortalecê-lo, mas isso não se faz bradando velhos slogans e tapando o sol com a peneira. Para revigorar o Estado, impõe-se transformá-lo, profundamente, liberando-o de amarras artificiais e apostando mais na transparência, na mídia livre, na participação social e nas eleições do que no aparato controlador. Não podemos continuar nessa via: para proteger a honestidade, estamos alimentando a corrupção; para salvaguardar o Estado dos interesses privados, estamos liquidando sua capacidade administrativa.

Agora, o outro lado da moeda: é nesse contexto que devemos entender as dinâmicas em curso na sociedade. O fisco sufoca os empreendedores. O empregado negocia soluções informais com seu patrão, porque precisa trabalhar. O pequeno empresário tem de escolher: dar três empregos informais ou um, formal. As boas instituições são as que convertem vícios privados em virtudes públicas, e não as que, inutilmente, se devotam a corrigir os indivíduos. Como julgar as micro-decisões dos milhões de brasileiros que, na selva dos controles normativos e ante a voracidade da exação fiscal, encarando o desafio que é sobreviver, buscam opções menos onerosas e mais econômicas, sem cometer qualquer crime? Nesse ponto, creio que todos podemos atribuir o verdadeiro significado ao ato de Celso Athayde e MV Bill: negociar, licitamente, os direitos autorais de um de seus livros com uma empresa legalmente instituída (o que ela faria em outras áreas de atuação não se tinha como saber) para que ela represente os autores no contrato com a editora, fazendo com que se tornasse possível recolher impostos como pessoa jurídica, em vez de como pessoa física. Qual o crime?

Extraordinário o cinismo de setores da grande imprensa. A revista Veja, por exemplo, célebre por sua “isenção e objetividade” –aplicadas numa versão muito peculiar de ambas as qualidades--, abriga um colunista que se dedica ao esporte do tiro ao alvo –na semana passada praticou tiro ao negro. Faz um grande sucesso transgredindo algumas regras básicas do jornalismo civilizado. Nada original. A grosseria sempre foi um filão fecundo para a exploração comercial e a difusão de valores anti-democráticos. Sobretudo a grosseria chique, blasé, arrogante, elitista e pseudo-intelectual. O clichê da direita continua vendendo: por que mudar? A idéia não é essa? Vender e desmoralizar os adversários sem direito de defesa? Pois a última rodada de linchamento, promovido pelo arguto escriba com aquele conhecido requinte de sadismo --que se compraz em apontar dedos para sentir-se puro e afirmar-se superior--, atingiu MV Bill e Celso Athayde. Simplesmente, repita-se, porque recorreram a uma empresa para representá-los em um contrato com uma editora. Essa empresa, anos depois, tornar-se-ia objeto de denúncias e investigações. Que responsabilidade poderiam ter, em qualquer eventual ilícito por ela cometido, aqueles que negociaram com ela, honestamente, licitamente?
O mais inacreditável vem agora: sabem quem tem contratos com a tal empresa? A editora Abril, que publica a revista Veja.

Ora, de duas uma: ou todos os que negociaram com a tal empresa tornaram-se automaticamente cúmplices dos ilícitos que ela porventura tenha cometido, e nesse caso a editora Abril é tão culpada quanto os cidadãos que ela acusou; ou ninguém pode ser acusado pelas possíveis faltas cometidas por terceiros, só por ter mantido alguma relação contratual, de forma lícita, com o suposto faltoso. Neste último caso, aqueles que a revista acusou merecem desculpas públicas.

Essa conclusão é tão clara que mesmo o mais parcial e astucioso dos jornalistas teria de admiti-la. E teria a obrigação moral de divulgá-la. Mas falar em moral nesse ambiente envenenado pela ideologia e a manipulação arbitrária não faz mesmo sentido. Nosso debate público anda tão pobre e sujo que mesmo o gesto mais abjeto acaba naturalizado. Ainda bem que existem os políticos para encarnar todo o mal. Se não fosse assim, teríamos de discutir ética pública a sério, sem bodes expiatórios.

Parece claro que a hipótese de Bill vir a ser candidato ao Senado, mesmo sendo fantasiosa, foi suficiente para despertar a cólera desonesta dos que mal conseguem disfarçar o racismo e o ódio –e/ou inveja-- que sentem do sucesso de uma liderança popular legitimamente construída e de enorme potencial mobilizador. A doença paranóica do controle contagia. Use sua desconfiança com moderação.


Luiz Eduardo Soares

O Hip Hop da PlayBoy

E de que lado você samba...
Há poucos dias fomos brindados com um peculiar Coquetel Molotov de mentiras, verdades e falsas isenções.
O movimento social, a periferia e o hip hop foram frontalmente atacados na figura de ícones como Celso Athayde e MV Bill, quando certas pessoas inadvertidamente propagaram uma suposta relação deles com certas empresas “legalmente constituídas” até que se prove o contrário.
Isso mesmo companheiros, acusações sem provas constituem crime e isso é real, embora algumas pessoas desconsiderem essa informação.
E por falar em informação, que como todo produto é às vezes tem qualidade, outras vezes não, as últimas manchetes nos mostram que as ditas empresas são muitíssimo bem relacionadas e contam inclusive com um dos veículos propagadores dessa imensa calúnia em sua cartela de clientes.
E você samba de que lado?
Agora que ficou evidente que essas empresas permeiam uma gama insondável de relações comerciais diversas, será que essas mesmas pessoas que iniciaram essa cruzada ilógica vão cogitar o envolvimento societário de seus próprios diretores tal qual cogitaram o envolvimento de Bill e Celso Athayde?
Seria interessante se o fizessem... qual seria o título da nota? Talvez:
“E meus olhos ardem com essa pimenta”

quinta-feira, 23 de julho de 2009

NOTA DE ESCLARECIMENTO em relação a coluna publicada na Veja

Com relação à citação do nosso nome pela revista Veja, na coluna "O hip hop da Petrobras" de Diogo Mainardi esclarecemos que a edição de nosso livro "Falcão: Mulheres e o Tráfico" não teve nem tem nenhum envolvimento da Petrobras, o verdadeiro alvo da publicação.
Seguindo normas do mercado, recorremos à uma produtora privada legalmente estabelecida ( a R.A. Brandão Produções Artísticas ) na qual não temos nenhuma participação societária ou financeira, para nos representar junto a uma editora privada legalmente estabelecida ( a Objetiva ), num processo que não envolveu dinheiro público.
Como se sabe, empresas especializadas representam os artistas nas atividades ligadas a direitos autorais, arrecadação e encargos.
Assim como não nos cabe acompanhar o relacionamento dos nossos fornecedores com terceiros, não faz o menor sentido estabelecer qualquer conexão entre essas partes.
Toda a documentação contratual, inclusive declaração de imposto de renda fruto desse contrato, está à disposição de eventuais interessados.

MV Bill e Celso Athayde



Petrobrás, 20 de julho de 2009.
Carta ao colunista Diogo Mainardi


Em relação à sua coluna O Hip Hop da Petrobras na revista Veja desta semana, a Petrobras informa que este caso foi identificado e investigado pela Petrobras. O responsável pela quebra de procedimentos de contratação da Companhia foi demitido por justa causa. A Petrobras encaminhou o caso ao Ministério Público para apuração de responsabilidades cíveis e criminais. E à Controladoria Geral da União, para a CGU verificar a correção dos procedimentos adotados pela direção da Companhia.
A Petrobras não entende porque esse caso está sendo explorado de maneira leviana, com distorção dos fatos. Sobre as informações levantadas na coluna, a Petrobras tem a informar:
- Não existe qualquer relação entre o livro do rapper MV Bill e a Petrobras. A Central Única de Favelas do Rio de Janeiro tem um projeto patrocinado pela Companhia em ações de educação para qualificação profissional. A Rede Globo também é parceira da Central em outro projeto.
- Não existe conflito entre os serviços prestados pelas empresas e suas qualificações. As empresas RA Brandão e Guanumbi realizaram serviços de organização, produção e promoção de eventos, além de produção e editoração de textos para divulgação. A RA realizou ainda consultoria para ações de relacionamento com públicos alvos da Companhia.
- O capital social da empresa não é relevante no caso dos serviços prestados por essas empresas. Nesses casos, os serviços só são pagos após sua conclusão.
- Não há registro de notas frias. O caso já foi alvo de apuração interna que culminou com a demissão do gerente por justa causa. Esse caso foi levado pela Petrobras ao MP e à CGU. Os serviços listados pelo colunista se encontram em avaliação na Companhia.
- Não é verdade que “Na maioria das vezes, elas emitiram notas para os mesmos eventos, com as mesmas datas”. Entre os serviços listados há apenas um indício de superposição de serviços entre as empresas. É para o evento da Fórmula Indy. Como já informado, a Petrobras está realizando a análise de todos os serviços contratados pela gerência em 2008. Esse trabalho está sendo acompanhado pelo Ministério Público e pela Controladoria Geral da União.
- O ex-empregado não foi indicado pelo Presidente Gabrielli como afirma a nota. Ele ingressou na empresa – por concurso – em 1984 e foi nomeado gerente de Comunicação da Refinaria Landulpho Alves/ RLAM em 2001. Ele assumiu a Gerência de Comunicação do Abastecimento em 2004, quando o Presidente José Sergio Gabrielli era Diretor Financeiro. Gabrielli assumiu a Presidência da Petrobras somente em 2005.


Leia abaixo a nota da R. A. Brandão Produções Artísticas, Guanumbi Produções e Eventos Ltda. e Sibemol Produções e Eventos Ltda , enviada hoje (23/7) à imprensa.

Tendo em vista as recentes matérias veiculadas no jornal ” O Globo ” e na revista ” Veja ” ( edições de 19, 20, 21, 22 e 23 de julho de 2009 ), vimos destacar os seguintes pontos:
1. As Sociedades R.A. Brandão Produções Artísticas, Guanumbi Produções e Eventos Ltda. e Sibemol Produções e Eventos Ltda. estão devida e regularmente constituídas e registradas, exercendo suas atividades com as autorizações pertinentes;
2. Ditas Sociedades, ressalte-se, atuam há anos no ramo de produção de eventos, entretenimento e representação, gozando de excelente reputação e conceito em suas áreas, notadamente pela excelência e padrões de qualidade dos serviços prestados;
3. À título de ilustração, merecem destaque os projetos ” Viradão Cultural “, em junho de 2009 ( em parceria com a Rede Globo, com a realização de shows com grandes artistas ), ” Show do Reveillon no Piscinão de Ramos “, em dezembro de 2008 ( também em parceria com a Rede Globo ), representação artística para fotos na revista ” Playboy “, em 2009 ( Editora Abril S/A ), representação artística para apresentação no espetáculo musical do projeto ” Itaú Brasil “, em agosto de 2008 ( Banco Itaú S/A ), organização e produção do primeiro exemplar do livro ” Rede Panamericana de CTI’s “, em 2006 ( custeado pela Unesco ), representação artística para show em Luanda – Angola ( para a Construtora Norberto Odebrecht ) dentre inúmeros outros, com as mais variadas empresas privadas de renome e grande porte;
4. Em todos esses anos e por tais eventos, as mencionadas pessoas jurídicas jamais foram alvo de qualquer medida, ação ou investigação judicial ou criminal, pois sempre honraram e cumpriram os contratos firmados;
5. Por oportuno, frise-se, as quantias e pagamentos destacados nas reportagens em tela encontram-se em total consonância com os valores praticados no mercado;
6. Assim sendo, não resta alternativa às empresas ora signatárias a não ser repudiar veementemente as inverídicas, infundadas e ofensivas acusações desferidas.
R. A. Brandão Produções Artísticas
Guanumbi Produções e Eventos Ltda.
Sibemol Produções e Eventos Ltda.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

CUFA Laguna SC participa de evento com o Ministério da Pesca



A CUFA Laguna SC foi convida para participar do lançamento do projeto Pescando Letras do Ministério da Pesca, que ocorreu no dia 17/07 no Clube Congresso em Laguna e que será desenvolvido na região do complexo Lagunar e que ira contemplar municípios da região.

Aproveitamos a ocasião para fazer contatos com pessoas ligadas ao Ministério inclusive o próprio Ministro Altemir Gregolin.

(Na foto o Diretor Executivo da CUFA SC e da base de Laguna Vinicius Lauffer, Ministro da Pesca Altemir Gregolin e ao fundo o Prefeito de Laguna Célio Antônio).

domingo, 19 de julho de 2009

CUFA SC em reunião com Eletrosul



Mais um importante passo foi dado pela CUFA SC através de seus coordenadores Vinicius Lauffer (Billy) base de Laguna, Edson Amaral (Edsoul) base de Floripa e Fabiano Alves base de Laguna em reunião com a Eletrosul representada por Samara Regina Bernardino Hoffmann (Assessoria de Responsabilidade Social) e Rafael (Assessoria de Comunicação Social e Marketing).
Na ocasião foram apresentados os projetos da CUFA SC e também o vídeo institucional da CUFA.
A CUFA SC escreveu dois (2) projetos no edital da Eletrosul um através da base de Laguna (Cine Arte e Cidadania) é um projeto de exibição de filmes e documentários, feitos nacionalmente, criado para difundir a cultura da periferia, que será executado inicialmente nos municípios de Laguna, Tubarão e Capivari de Baixo nas periferias dos municípios e em escolas públicas. (Esse projeto foi contemplado e tem seu inicio programado para o mês de agosto).
O outro pela base de Florianópolis (LIIBRA) é a etapa estadual da Liga Internacional de Basquete de Rua que será realizado na capital e dará acesso a três (3) equipes masculinas e uma (1) feminina para a etapa nacional que acontece no Rio de Janeiro e dentro da LIIBRA ainda teremos outro evento que é o RPB (Rap Popular Brasileiro) Festival Catarinense onde o vencedor ira disputar a etapa nacional do evento. (Esse projeto infelizmente não foi contemplado).

CUFA Laguna SC apresenta proposta de palestra com MV.Bill sobre prevenção ao consumo e tráfico de drogas ao Conselho Municipal de Saúde



Nesta terça-feira 14 de julho de 2009, a CUFA Laguna SC apresentou à reunião do Conselho Municipal de Saúde do município de Laguna seu vídeo institucional, nesta mesma oportunidade o Coordenador estadual da CUFA SC e da base de Laguna, Vinicius Lauffer apresentou os diversos projetos e ações da CUFA no Brasil, no estado de Santa Catarina e no município de Laguna, também solicitou apoio do Conselho Municipal de Saúde no sentido de viabilizar o projeto de palestra sobre prevenção ao consumo e tráfico de drogas aos jovens e adolescentes do nosso município. Prontamente a Secretária de Saúde Tanara Cidade colocou-se a disposição para construir e viabilizar esta atividade, salientando a importância de oferecer aos jovens a oportunidade de assistir uma palestra por uma referência da juventude brasileira, também solicitou ao conselho que apoiasse e entendesse a importância desta atividade. Por sua vez o Conselho Municipal de Saúde reconhece e apóia esta ação e pede uma proposta de agenda com um prazo de 30 a 45 dias. O diretor administrativo da CUFA Laguna SC, Leandro Fonseca solicitou que montássemos uma equipe de trabalho juntamente com a Secretária de Saúde no sentido de viabilizar esta proposta da melhor forma possível.

Central Única das Favelas – CUFA Laguna SC – reuni-se com Secretária de Desenvolvimento Regional do Estado – 19º SDR.


Central Única das Favelas – CUFA Laguna SC – reuni-se com Secretária de Desenvolvimento Regional do Estado – 19º SDR.

A Central Única das Favelas – CUFA Laguna SC, através dos seus representantes, reuniu-se no dia 10 de junho de 2009 com os Secretários de Estado de Desenvolvimento Regional da região sul de Santa Catarina. Nesta oportunidade foi apresentado o vídeo institucional da CUFA para os membros desta reunião. O coordenador estadual da CUFA SC e da base de Laguna Vinicius Lauffer apresentou os diversos projetos e solicitou o apoio dos secretários num esforço de analisar nossos projetos com as devidas atenções no mesmo sentido da seriedade e trabalho da CUFA reconhecido nacionalmente e internacionalmente. O Sr Antonio Avelino Honorato, Gerente de Turismo, Cultura e Esporte, prontamente colocou-se a disposição para estar acompanhando os projetos e ajudando a CUFA nos cadastramentos e documentos necessários solicitados pela SDR no cadastramento e habilitação da entidade para formalizar parcerias.